Mais do que paisagens, zonas húmidas são verdadeiras barreiras contra o caos ambiental: sequestram carbono, protegem a água e abrigam milhares de espécies. Em Portugal, 31 áreas recebem proteção internacional.
O Dia Mundial das Zonas Húmidas, é assinalado pela
“Convenção de Ramsar” (1971) por ter sido firmada na cidade iraniana de Ramsar.
Portugal aderiu em 1980, possuindo atualmente 31 Zonas Húmidas de
Importância Internacional, ao abrigo desta convenção.
As zonas húmidas contribuem de forma bastante expressiva para a mitigação das alterações climáticas. O húmus é capaz de sequestrar quatro vezes mais carbono da atmosfera, para além de ser riquíssimo em nutrientes importantes para o crescimento das plantas. Segundo a European Enviroment Bureau, o aumento global de húmus na superfície terrestre permitiria a retenção no solo de até 5 bilhões de toneladas de CO2 por ano.
Para além disso, as zonas húmidas disponibilizam água potável e ajudam a reabastecer os aquíferos subterrâneos, absorvem fertilizantes e pesticidas nocivos, como metais pesados e substâncias industriais tóxicas e esgotos.
As zonas húmidas são também essenciais para a sobrevivência, reprodução e migração de aves, e também claro como habitat de centenas de espécies de peixes.
Ademais, reduzem o impacto de desastres naturais, pois atuam como esponjas, por absorverem a água das chuvas, prevenindo assim inundações dos rios e ribeiras, e promovendo o armazenamento, tornando menos prejudiciais os períodos de seca.
As zonas húmidas contribuem de forma bastante expressiva para a mitigação das alterações climáticas. O húmus é capaz de sequestrar quatro vezes mais carbono da atmosfera, para além de ser riquíssimo em nutrientes importantes para o crescimento das plantas. Segundo a European Enviroment Bureau, o aumento global de húmus na superfície terrestre permitiria a retenção no solo de até 5 bilhões de toneladas de CO2 por ano.
Para além disso, as zonas húmidas disponibilizam água potável e ajudam a reabastecer os aquíferos subterrâneos, absorvem fertilizantes e pesticidas nocivos, como metais pesados e substâncias industriais tóxicas e esgotos.
As zonas húmidas são também essenciais para a sobrevivência, reprodução e migração de aves, e também claro como habitat de centenas de espécies de peixes.
Ademais, reduzem o impacto de desastres naturais, pois atuam como esponjas, por absorverem a água das chuvas, prevenindo assim inundações dos rios e ribeiras, e promovendo o armazenamento, tornando menos prejudiciais os períodos de seca.
Este acordo tem como missão promover a cooperação
internacional e incentivar a conservação e o uso sustentável das zonas húmidas.
São consideradas zonas húmidas, as zonas de pântano, charco, turfeira ou água, natural ou artificial,
permanente ou temporária, com água estagnada ou corrente, doce, salobra ou
salgada, incluindo zonas ribeirinhas ou costeiras, ilhéus ou massas de água
marinha com uma profundidade superior a 6 m em maré baixa, integradas dentro
dos limites da zona húmida.
Por fim,
essas zonas são provedoras de diversos produtos sustentáveis, como caules e folhas
para tecelagem e plantas medicinais, claro, geridas de forma sustentável.

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