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Uma start-up britânica está a transformar algas marinhas em alternativas sustentáveis ao plástico, criando embalagens biodegradáveis, esferas comestíveis para água e sachês que podem revolucionar a forma como consumimos e descartamos produtos.
A start-up britânica NOTPLA está a reinventar as embalagens com base em algas marinhas. O material é 100% biodegradável e reduz em 68% a pegada de carbono em comparação com o plástico tradicional.
Com ele, é possível produzir embalagens que imitam o plástico, revestimentos para caixas de cartão e até esferas comestíveis para armazenar água, oferecendo soluções práticas e ambientalmente responsáveis.
Sachês biodegradáveis
Feitos a partir de algas marinhas e outros extratos vegetais, os sachês são insípidos, incolores, compostáveis e biodegradáveis, preservando o sabor original dos alimentos. Uma solução prática para molhos e líquidos que reduz o uso de plástico descartável.
Caixas de cartão
As caixas revestidas com NOTPLA substituem aditivos sintéticos e revestimentos não biodegradáveis. O resultado? Embalagens totalmente compostáveis e biodegradáveis em apenas 4–6 semanas, sem necessidade de processos industriais especiais.
Ooho: a alternativa às garrafas plásticas
A mesma start-up criou a Ooho, uma esfera com membrana ecológica e comestível, capaz de armazenar água usando técnicas da culinária molecular.
- Composta por alginato de sódio (espessante natural de algas) e cloreto de cálcio, forma uma parede de gel sólida que retém o líquido.
- Biodegradável, comestível e mais barato que o plástico, a esfera já foi usada em eventos como a Meia Maratona de Londres (2020), ajudando a reduzir resíduos.
- Limitação: as esferas degradam-se em poucos dias, mas os desenvolvedores já receberam prémios e planeiam comercializar a solução para diminuir o impacto ambiental das garrafas plásticas.
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